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Tempo necessário para a decomposição de alguns materiais
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MATERIAL RECICLADO |
PRESERVAÇÃO |
DECOMPOSIÇÃO |
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1000 kg de papel |
o corte de 20 árvores |
1 a 3 meses |
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1000 kg de plástico |
extração de milhares de litros de petróleo |
200 a 450 anos |
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1000 kg de alumínio |
extração de 5000 kg de minério |
100 a 500 anos |
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1000 kg de vidro |
extração de 1300 kg de areia |
4000 anos |
Fonte: Manual A Embalagem e o Meio Ambiente (1999)
Escrito por Amanda às 09h01
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Ótimas porém perigosas
As lâmpadas fluorescentes são muito econômicas, mas é importante saber algumas informações básicas antes de usá-las e comprá-las:
* Somente adquirir o produto com selo PROCEL, pois foram testadas e aprovadas pelo IMETRO.
* Sua durabilidade varia em torno de 10 a 15mil horas, enquanto as que ainda não passaram pelo teste tem, por vezes, duração de 800 a mil horas, muitas não atendem ao índice de luminosidade indicado, ou seja, tem sido lesivas ao consumidor.
* A luz mais branca ou azulada estimula a produtividade e as lâmpadas desta tonalidade são indicadas para áreas de serviço, cozinha, escritórios, escolas, hospitais.
* As de tonalidade mais amareladas são mais aconchegantes e para maior conforto ambiental são recomendadas para quartos, corredores, banheiros, salas de estar e de jantar.
* As lâmpadas fluorescentes compactas eletrônicas, são lâmpadas fluorescentes em tamanho reduzido, já com uma base do tipo rosca, igual as das incandescentes, permitindo assim a sua aplicação nos locais onde se utilizam lâmpadas incandescentes comuns.
O que muita gente ainda não sabe, é que as lâmpadas fluorescentes compactas ou tubulares, contém mercúrio, substância tóxica nociva ao ser humano e ao meio ambiente. Se rompidas liberam vapor de mercúrio.
Em virtude da ampla utilização pela população é importantíssimo enfocarmos os cuidados no manuseio e no descarte para não quebrá-la. Ao manuseá-las nunca segurar pelo vidro.
É recomendável que sejam descartadas em caixas de papelão ou protegidas com jornal, plástico bolha, entre outros, para evitar sua ruptura. Deverá ainda ser vedada para conter o vapor de mercúrio e proteger a saúde.
Bem como para proteção do meio ambiente, pois o metal pesado - mercúrio, ao chegar à água subterrânea ou superficial, contamina-as.
Serão contaminados também os peixes e tudo que lá se encontre e que poderá fazer parte da alimentação, sendo transmitido através da a cadeia alimentar.
Enquanto não se regulamenta a legislação, que criará normas para lâmpadas com mercúrio, é recomendável que a população não misture essas lâmpadas com o lixo doméstico.
Pois será rompida fatalmente, contaminando o meio ambiente e pondo em risco a saúde dos funcionários da limpeza - local ou pública - bem como a saúde dos catadores, que vivem nos aterros e lixões.
Por isso todo cuidado é necessário. E ainda porque o consumo dessas lâmpadas aumentaram de uns anos para cá, devido a economia de energia elétrica.
Então tome o máximo de cuidado com esse material, para não prejudicar nem sua saúde, nem a saúde do próximo.
Escrito por Amanda às 21h26
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Vários tipos, vários cuidados
Existem vários tipos de lixo. E é importante saber os tipos para separar corretamente para depois encaminhar para a reciclagem.
Explicar para saber o que existe "dentro" desses lixos, saber para onde ele vai, se ele é perigoso, são itens fundamentais para começar a salvar o meio ambiente.
Os tipos são: lixo domiciliar/urbano, lixo industrial e lixo hospitalar. O lixo domiciliar/urbano é constituído pelo lixo de nossas casas, bares, lanchonetes, restaurantes, repartições públicas, lojas, supermercados, feiras, e do comércio. Compõem-se principalmente de: sobras de alimentos, embalagens, papéis, papelões, plásticos, vidros, trapos, etc. Esse lixo normalmente é encaminhando para Aterros Sanitários.
Já o lixo industrial é o lixo produzido pelas industrias, o qual possui características peculiares, que dependem das matérias-primas utilizadas. Pode ser perigoso, e até mesmo tóxico, e por isto, a menos que passe por processos de tratamento específicos, não pode ter sua disposição final no mesmo local do lixo domiciliar.
O lixo hospitalar por sua peculiaridade, pelas múltiplas possibilidades de transmitir doenças dos hospitais, além de ser transportado em veículos especiais, também como o lixo industrial, a menos que passe por processos de tratamento específico, deve ser disposto em local apropriado.
Ao separar o lixo, as pessoas, devem ter muito cuidado, evitando a contaminação de doenças. Por isso é fundamental saber diferenciar os tipos de resíduos para não estragar nem a vida própria nem a vida da natureza.
Escrito por Amanda às 14h37
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Tabela sobre a variação de preços dos materiais recicléveis nos diferentes Estados.
Fonte: www.cempre.org.br
Escrito por Ariane às 07h42
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Condomínios em reciclagem
O lixo é um problema relativamente recente, já que, há algumas décadas, era constituído basicamente por materiais orgânicos - facilmente decompostos pela natureza.
Mas com a mudança nos hábitos, o aumento de produtos industrializados e o advento das embalagens descartáveis, o lixo tomou outra dimensão e sua "composição" também mudou.
Muitos desses materiais podem ser reaproveitados ou reciclados, diminuindo, assim, as enormes montanhas formadas nos lixões da cidade e, conseqüentemente, a degradação do meio ambiente.
Outro aspecto importante da reciclagem, além da consciência ecológica, é o fator social. A coleta de material reciclável é, muitas vezes, a única fonte de renda dos catadores. Só na cidade de São Paulo, há cerca de 20 mil em atividade – com ganho mensal médio de R$ 300,00.
Muitas organizações não-governamentais, entidades sem fins lucrativos, empresas e a própria população têm se mobilizado para, na medida do possível, dar um tratamento adequado ao lixo produzido na cidade.
Alguns condomínios de São Paulo, preocupados com a questão ambiental, já encamparam a idéia da reciclagem e introduziram um programa de coleta seletiva. É o caso do Condomínio Saint Paul Ville, na Bela Vista, onde vivem cerca de 500 pessoas.
Há três anos, as crianças e adolescentes do prédio se mobilizaram para recolher latinhas de alumínio, embalagens de plástico e as de longa-vida.
Os condomínios têm à disposição várias organizações e instituições que prestam orientação, gratuitamente, sobre a implantação da coleta seletiva de lixo.
A ONG Instituto Gea, Ética e Meio Ambiente é uma delas. Formada há quase dois anos, pela comunicadora Ana Maria Domingues Luz e pela engenheira química Araci Musolino Montineri, o GEA presta atendimento à população, a condomínios, escolas e empresas, esclarecendo dúvidas e auxiliando na montagem de sistemas de coleta seletiva.
Para implantar um programa de coleta seletiva é preciso ter bastante dedicação e empenho. Todo projeto é compreendido em, pelo menos, três etapas: o planejamento, a implantação e a manutenção. E para que a coleta funcione num condomínio, o programa nunca pode ser tocado por apenas uma pessoa. De acordo com as dicas fornecidas pela equipe do GEA, o sucesso dos programas depende da participação e do envolvimento de mais pessoas - três ou quatro, no mínimo.
Além disto, a consultora do Gea diz que os condomínios devem gastar o mínimo possível, tentar equilibrar a quantidade de trabalho dos funcionários e facilitar a participação do condômino.
Planejamento – Antes de começar a coleta seletiva no condomínio, é indispensável conhecer bem o lixo "produzido" no local. Saber qual é a quantidade gerada, que materiais compõem o lixo e qual é a proporção de cada material - papel, plástico, vidro, alumínio ou orgânico. Além de "conhecer" o lixo, também é necessário se inteirar sobre as características do prédio - como o espaço físico e as rotinas de limpeza.
Definir que destino o material reciclável tomará, depois de selecionado, é outra atitude imprescindível. Em geral, eles podem ser doados ou comercializados. Seja qual for a decisão, o mais sensato é procurar conhecer bem o mercado de recicláveis.
Se o condomínio optar pela doação, elas podem ser encaminhadas para associações que vendem ou reaproveitam o material. O site do Gea têm uma lista de compradores e de organizações que recebem doação.
Depois de ter, em mãos, todas as informações sobre o lixo, sobre o prédio e sobre o destino do material reciclável, o próximo passo é partir para a parte operacional do projeto. Neste momento, é importante decidir se todo tipo de lixo será coletado, quem fará a coleta, onde será estocado e para quem será doado ou vendido.
O Gea destaca, ainda, a importância da educação ambiental para que o projeto funcione. Moradores, funcionários da limpeza e empregadas domésticas devem, de maneira específica, ser informados, sensibilizados e mobilizados, seja por meio de cartazes, palestras, treinamento ou reuniões.
A implantação – É neste momento que tudo começa a "acontecer" – da elaboração do material educativo ao treinamento dos funcionários, passando pelo acordo com compradores ou entidades, que receberão o lixo selecionado.
Depois de tudo acertado, a inauguração do programa pode ser marcada por um grande evento, como uma festa. O tom de alegria ajuda na transmissão das principais informações.
A manutenção – Para que, depois de implantado, o projeto de coleta seletiva não perca a "força", é importante continuar planejando atividades de informação e sensibilização entre os moradores e funcionários. Fazer com que as informações sobre os resultados e o andamento do programa sejam de conhecimento geral é fundamental para a manutenção dele.
Dicas rápidas
· toda embalagem reciclável, antes de ser jogada no lixo seletivo, deve ser lavada para não atrair insetos, nem ficar com cheiro forte, enquanto estiver armazenada no prédio;
· para tirar o grosso da sujeira das embalagens que serão destinadas à coleta seletiva, aproveite a água servida da pia da cozinha. Isso também faz parte do comportamento ecológico, porque a água é um recurso cada vez mais escasso;
· a compra de lixeiras especiais é dispensável, pelo menos no momento inicial do projeto. Evite gastos!
· qualquer cantinho disponível, na garagem ou espaços livres debaixo das escadas, é suficiente para armazenar o material reciclável do prédio;
· os restos de alimento também podem ser reciclados. Com poucos recursos é possível transformá-los em adubo;
· não jogue as baterias de celular no lixo comum. As empresas produtoras já estão se responsabilizando pelo recolhimento;
· as pilhas usadas, embora tenham substâncias tóxicas, infelizmente ainda não têm um destino adequado. Por enquanto, têm de ser jogadas no lixo comum. Evite acumulá-las para não haver contaminação;
· não separe o lixo sem ter planejado primeiro para onde mandar.
Escrito por Ariane às 06h20
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Um item a mais para a vida
Um item muito conhecido de reciclagem entre as pessoas é o papel reciclado. Papel é um dos produtos mais reciclados. E também porque é muito utilizado na vida das pessoas, no cotidiano, em casa, no trabalho, na escola, na faculdade, nas redações dos jornais, enfim em todos os lugares.
E a produção, ou seja, a transformação do papel já utilizado num papel "novo", é um processo muito interessante que pode ser feito em casa. O processo não é fácil, mas um conhecimento a mais para a vida, não faz mal a ninguém.
E ainda se for um conhecimento que beneficia você e a natureza. Então veja abaixo como "fazer" um papel reciclado. E boa sorte!
O QUE VOCÊ PRECISA: · papel e água · bacias: rasa e funda · balde · moldura de madeira com tela de nylon ou peneira reta · moldura de madeira vazada (sem tela) · liquidificador . jornal ou feltro · pano (ex.: morim) · esponjas ou trapos · varal e pregadores · prensa ou duas tábuas de madeira · peneira côncava (com "barriga") · mesa
ROTEIRO:
A - Preparando a polpa: Pique o papel e deixe de molho durante um dia ou uma noite na bacia rasa, para amolecer. Coloque água e papel no liquidificador, na proporção de três partes de água para uma de papel. Bata por dez segundos e desligue. Espere um minuto e bata novamente por mais dez segundos. A polpa está pronta.
B - Fazendo o papel: 1. Despeje a polpa numa bacia grande, maior que a moldura. 2. Coloque a moldura vazada sobre a moldura com tela. Mergulhe a moldura verticalmente e deite-a no fundo da bacia. 3. Suspenda-as ainda na posição horizontal, bem devagar, de modo que a polpa fique depositada na tela. Espere o excesso de água escorrer para dentro da bacia e retire cuidadosamente a moldura vazada. 4. Vire a moldura com a polpa para baixo, sobre um jornal ou pano. 5. Tire o excesso de água com uma esponja. 6. Levante a moldura, deixando a folha de papel artesanal ainda úmida sobre o jornal ou morim.
C - Prensando as folhas Para que suas folhas de papel artesanal sequem mais rápido e o entrelaçamento das fibras seja mais firme, faça pilhas com o jornal da seguinte forma: · Empilhe três folhas do jornal com papel artesanal. Intercale com seis folhas de jornal ou um pedaço de feltro e coloque mais três folhas do jornal com papel. Continue até formar uma pilha de 12 folhas de papel artesanal. · Coloque a pilha de folhas na prensa por 15 minutos. Se não tiver prensa, ponha a pilha de folhas no chão e pressione com um pedaço de madeira. · Pendure as folhas de jornal com o papel artesanal no varal até que sequem completamente. Retire cada folha de papel do jornal ou morim e faça uma pilha com elas. Coloque esta pilha na prensa por 8 horas ou dentro de um livro pesado por uma semana.
Efeitos decorativos Misture à polpa: linha, gaze, fio de lã, casca de cebola ou casca de alho, chá em saquinho, pétalas de flores e outras fibras. Bata no liquidificador junto com o papel picado: papel de presente, casca de cebola ou de alho. Coloque sobre a folha ainda molhada: barbante, pedaços de cartolina, pano de tricô ou crochê. Neste caso, a secagem será natural - não é necessário pressionar com o pedaço de madeira. Para ter papel colorido: bata papel crepom com água no liquidificador e junte essa mistura à polpa. Outra opção é adicionar guache ou anilina diretamente à polpa.
Dicas importantes A tela de nylon deve ficar bem esticada, presa à moldura por tachinhas ou grampos. Reutilize a água que ficar na bacia para bater mais papel no liquidificador Conserve a polpa que sobrar: peneire e esprema com um pano. Guarde, ainda molhada (em pote plástico no congelador) ou seca (em saco de algodão). A polpa deve ser ainda conservada em temperatura ambiente
Escrito por Amanda às 21h43
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Ponta de cigarro vira papel
O estudante de Biologia da UnB (Universidade de Brasília), Marco Antônio Barbosa Duarte, desenvolve projeto de reaproveitamento da bituca. Isso mesmo, aquela ponta de cigarro fumado, que para todo mundo só teria um destino: o lixo.
Sob a orientação da Decana de Assuntos Comunitários da UnB, Thérèse Hofmann, professora do Departamento de Artes, e de Paulo Suarez, professor do Departamento de Química, Marco Antônio faz da bituca matéria-prima para produzir papel.
A idéia de fazer papel reciclado com esse tipo de material surgiu por acaso, quando o estudante caminhava pelo Minhocão (o Instituto Central de Ciências, ICC).
Matriculado na disciplina Materiais em Arte, ministrada por Thérèse, Marco Antônio trouxe para a sala de aula, no segundo semestre de 2002, um saco cheio de pontas de cigarro e perguntou à professora se era possível transformar aquele monte de lixo em papel. "Resolvemos testar e deu certo", lembra Thérèse.
Já se utilizavam os resíduos das fábricas de filtro de cigarro, ou seja, filtros "limpos", em outros tipos de pesquisa. A Embrapa de Pernambuco, por exemplo, recebe sobras da Filtrona Brasileira Indústria e Comércio para testar o uso do material na absorção e retenção de água em solos secos.
A empresa tem o ISO 14.002 e, portanto, assegura que todo material gasto na produção é de alguma forma reutilizado.
Reaproveitar o filtro depois de consumido, contudo, é novidade. "Aproveitamos toda a bituca: o filtro e o tabaco fornecem as fibras que dão origem ao papel e as cinzas podem servir de base no processo", explica o estudante, que também não despreza as sobras da indústria para confeccionar mais papel.
Ele recebeu milhares de filtros não aproveitados para dar continuidade a seus estudos. Segundo a professora Thérèse Hofmann, o rendimento é de quase 100%. "Se, por exemplo, uma bituca pesa 0,4 gramas, ela resultará em cerca de 0,4 gramas de papel reciclado", diz ela.
Para obter o material, o processo é a reciclagem comum: as pontas e os filtros são separados do papel e misturados em água, soda cáustica e água oxigenada e cozidos. A pasta resultante é colocada para secar, quando se forma o papel.
Thérèse Hofmann e Marco Antônio apresentaram o trabalho como inovação tecnológica no Congresso Nacional de Celulose e Papel, realizado em outubro de 2003, em São Paulo. O objetivo final do projeto é verificar qual a melhor utilidade que o papel reciclado pode ter.
Já se sabe, por exemplo, que é possível obter papel nobre, utilizável para escrita e impressão. A patente do processo foi depositada no Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI).
Escrito por Ariane às 18h34
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Exemplo para as futuras gerações
O que vem da natureza, nem sempre pode ser absorvido por ela depois de passar pelas mãos do homem. As sobras das pedras ornamentais, por exemplo, usadas na fabricação de tampos de pias, mesas, bancadas, na decoração de pisos e paredes acabam se tornando entulhos nas marmorarias. Mas novas idéias estão transformando o que até então era inútil, em dinheiro.
A idéia surgiu na Universidade Federal do Paraná, dentro da turma do curso de design. Aproveita-se tudo. Tudo mesmo. Tanto a natureza como o consumidor ganham. O consumidor paga menos pelo produto feito por restos de pedras.
E a natureza ganha porque as áreas devastadas tendem a diminuir. Essa transformação começou com pequenas peças para decoração, pastilhas para fazer aproveitamento dessa material.
Isto também está beneficiando donos de marmorarias, que antes deixavam parte esse dinheiro parados como entulhos e cacos. E essa preocupação com a natureza está mudando a rota de negócios do país.
De importador, o Brasil pode se tornar também exportador de objetos esculpidos em pedra. E o que é mais interessante é que esses objetos já estão fazendo sucesso no exterior. E a preocupação com o meio ambiente tem uma carga muito forte.
As pessoas que vivem no exterior dão muito valor para países que têm uma iniciativa de preservar a natureza. E com esse projeto maravilhoso o Brasil é bem visto lá fora. E essa tendência está crescendo em todo país.
Um grande exemplo para as futuras gerações. E é importante ressaltar que para salvar o ambiente basta um pouco de boa vontade. Idéias e atitudes não faltam para, pelo menos, tentar reviver um mundo que está quase morto.
Um grande exemplo para as futuras gerações. E é importante ressaltar que para salvar o ambiente basta um pouco de boa vontade. Idéias e atitudes não faltam para, pelo menos, tentar reviver um mundo que está quase morto.
Escrito por Amanda às 14h38
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Boa iniciativa
Tanta coisa é jogada fora. Sacos e mais sacos que, agora, geram trabalho, salário e esperança de uma vida melhor.Só na sede de um jornal de grande circulação no Rio, são retirados 24 toneladas de material reciclável por mês.
Num supermercado da Baixada Fluminense, são 70 toneladas. Existem equipes que separam de tudo um pouco: papel, papelão, plástico...
Muitas pessoas que viviam e dormiam nas ruas, pedindo esmolas as pessoas, passaram a viver do dinheiro que conseguem com a reciclagem.
É a oportunidade de um recomeço praticamente do zero e com o desejo de que tudo seja bem diferente da vida que deixaram para trás.
Há pouco mais de um ano, a atriz Isabel Fillardis e seu marido, Júlio criaram uma organização não-governamental, chamada "Doe seu lixo". A iniciativa que está mudando a vida de dezenas de ex-moradores de rua.
Com a ONG, querem gerar emprego e renda para essas pessoas de rua, que não tem a menor qualificação no mercado de trabalho. Às vezes, elas não sabem fazer nada. Nasceram na rua e nunca tiveram residência. São essas pessoas que eles procuram focar e ajudar.
O casal fez parcerias com sete grandes empresas do Rio, que antes pagavam para se desfazer de montanhas de lixo, mas que agora o doam para a ONG.
O começo foi difícil, mas hoje, o lixo reciclado é vendido a quilo para empresas que reutilizam o material. Um total de 118 toneladas por mês.
O lucro é dividido, como numa cooperativa. Já são 45 ex-moradores de rua vivendo do próprio trabalho. "Na verdade, essas pessoas são agentes de meio ambiente, e não catadores", diz Júlio.
Assim, todos lucram: as empresas se desfazem de boa parte do lixo sem nenhum custo, Isabel e Júlio realizam o sonho de ajudar pessoas que moravam na rua e o pessoal da reciclagem tem agora renda e benefícios.
Os "agentes do meio ambiente" ganham R$ 460 por mês, mais vale-transporte e auxílio alimentação.
Escrito por Ariane às 16h33
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Meio ambiente duplamente protegido
A palavra reciclagem lembra papel, vidros, latas, alumínio, papelão. Mas ela avi muito além disso. Para comprovar isso, fazendas que produzem algodão inovaram e lançaram uma novidade.
Além de plumas branquinhas, montanhas de resíduos sobravam quando o algodão é separado. E isso era um problema para os produtores, um problema que não tinha tamanho.
Esses resíduos são formados por gravetos, folhas, pedaços de pluma. O desafio dos produtores era descobrir o que fazer com a casquinha do algodão. Ela era jogada de volta para a lavoura,e isso trazia riscos como a proliferação de doenças.
Então o destino das casquinhas era a queimada. Ela era feita de forma desorganizada e num longo período contaminaria o ambiente.
Para resolver esse problema, os produtores se inspiraram num processo semelhante usado na produção do arroz e na indústria de algodão da Argentina. A máquina de prensar serragem foi adaptada: as casquinhas vão direto para a prensa.
De lá saem os cilindros, chamados de briquetes, que serão o combustível para resolver uma outra questão ambiental: a secagem de sementes de soja.
Além de dar um destino e acabar com o problema de resíduos de algodão, os produtores encontraram uma alternativa para reduzir os custos de produção de sementes de soja.
Só numa fazenda da região são gastos 1,4 mil metros cúbicos de madeira para secar os grãos. Já a partir da próxima safra a lenha vai ser substituída pela casquinha de algodão prensada.
Mais de mil árvores deixaram de ser cortadas e o produtor vai economizar com o combustível. Nas fornalhas, nada de lenha. O calor para secar os grãos de soja vem dos briquetes de algodão.
Economia de mais de R$ 100 mil por ano.O ambiente duplamente protegido! Isso que é pensar no futuro do nosso planeta.
Escrito por Amanda às 18h03
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Toda novidade sempre é bem vinda
A palavra reciclagem lembra papel, vidros, latas, papelão, garrafas, entre outros. Mas a atividade de reciclar vai muito além disso.
Descobertas e novidades são lançadas ao mercado para diminuir a poluição e preservar o meio ambiente. E mais uma novidade é descoberta onde o papelão e seus derivados são os protagonistas.
Parece receita de bolo! Papéis de todos os tipos, tamanhos e cores são jogados num grande tanque. Tudo é misturado com água.
É preciso mexer pacientemente. Aos poucos o papel vai ficando triturado, se desmancha como se estivesse numa batedeira.Quanto mais mexe, menos parece papel. A mistura vai se transformando numa massa grossa, espessa.
Está pronta para ser prensada e transformada em imensas folhas, que ganham forma e vão parar nos telhados de casas, galpões e lojas. As telhas de papel já são comuns no Centro Oeste e Norte do Brasil.
A telha usa uma matéria-prima que pode ser ainda mais farta: 44% do papel e papelão usados no Brasil são reciclados. Sobram mais de três milhões de toneladas que ainda podem ser reaproveitadas. É dinheiro vivo!
O meio ambiente é duplamente protegido na fabricação da telha de papel. Até no processo de secagem não há risco de poluição. E sobra economia!
Nada de gastar energia com forno ou estufa. A telha seca no tempo. Economia também para quem usa. A telha de papel custa de 10 a 15% menos que uma telha simples de amianto. E pode durar até 20 anos.
No processo de acabamento, o que sobra também é reaproveitado. É a reciclagem da reciclagem! Para não dissolver na chuva, o papel é mergulhado numa espécie de piche, um revestimento asfáltico.
A telha fica um pouco mais dura e impermeável. Três toneladas de papel e papelão fazem quase duas mil telhas. O suficiente pra cobrir uma quadra poliesportiva.
É uma coisa fantástica. Uma coisa que estava sendo perdida, é transformada numa telha que pode ser usada em diversas opções e ainda proporcionando emprego e criando oportunidades para o comércio.

Escrito por Amanda às 15h11
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Nada se perde, tudo se transforma!
Aprender a reciclar não é somente separar embalagens, como papelão, plásticos, vidros. Reciclar também é transformar. Utilizar restos de alimentos é outra alternativa maravilhosa. Mas de que forma?
Aproveitando o alimento como um todo. Muitas vezes, as pessoas desconhecem que a casca da abóbora pode ser consumida e tem tantos nutrientes quanto a própria abóbora, que a pessoa pode consumir o talo da salsa, que em termos de nutrientes tem até mais que o dobro que a própria folha da salsa.
Cascas de banana, melancia, abacaxi, todas podem ser aproveitadas também em diversas receitas de bolos, pizzas, tortas, sucos, sorvetes, entre outros. E o melhor disso é o custo.
Receitas que varia de R$0,50 até R$2,52. Veja a seguir a receita do bolo feito de cascas de bananas, e aprenda que nada se perde tudo se transforma!
Nome: Bolo de casca de banana
Rendimento: 20 porções
Tempo de Preparo: 1h10 min
Ingredientes: Massa: casca de 4 bananas / 2 ovos / 2 xíc. de leite / 2 colheres de sopa de margarina/ 3 xíc. de açúcar / 3 xíc. de farinha / 1 colher de sopa de fermento em pó. Cobertura: ½ xíc. de açúcar / 1 ½ xíc. de água / 4 bananas / ½ limão
Preparo: Lave as bananas e descasque. Separe quatro xícaras de casca para a massa. Bata as claras em neve e reserve, na geladeira. Bata no liquidificador as gemas, o leite, a margarina, o açúcar e as cascas de banana. Despeje essa mistura em uma vasilha e acrescente a farinha de rosca. Mexa bem. Misture delicadamente as claras em neve e o fermento. Despeje em uma assadeira untada com margarina e farinha. Leve ao forno médio pré-aquecido por aproximadamente 40 min. Para a cobertura, queime o açúcar em uma panela e junte a água, fazendo um caramelo. Acrescente as bananas em rodelas e o suco de limão. Cozinhe. Cubra o bolo ainda quente.
Escrito por Amanda às 08h03
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EQUIPAMENTOS
Para a execução de coleta de resíduos recicláveis existem diversos equipamentos para facilitar tanto ao cidadão, quanto aos funcionários que efetuam a coleta.
Esses são alguns dos equipamentos que estão sendo utilizados nas cidades onde já existe a Coleta Seletiva.
CYCLEA

Equipamentos que proporcionam grande versatilidade. É fabricado em um tipo especial de plástico altamente resistente.
CONTÊINER

O Contêiner apresenta uma grande vantagem para a coleta de recicláveis, pois é disponibilizado em várias capacidades, que vão desde 500 a 1000 litros.
Um Contêiner de plástico tem 1/3 do peso de um Contêiner de metal e não necessita de pintura. Pode ser utilizado livremente em ambientes sujeitos a corrosão salina.
O baixo peso aumenta a durabilidade como equipamento de coleta e cria as condições ideais para os operadores do serviço de coleta.
São fáceis de transportar e manusear, baixo nível de ruído, sendo fáceis de manobrar e acondicionar.
Papeleira

Também foram disponibilizadas papeleiras para acondicionamento de materiais recicláveis, colocadas próximas aos locais de grande movimento, tais como: Pontos de Ônibus, Praças, etc.
A vantagem destas papeleiras atuais se deve ao fato de serem produzidas em material plástico de alta densidade e podem receber qualquer símbolo serigrafado.
O sistema de abertura utiliza uma chave especial e seu peso é de aproximadamente 6 kg. Pode ser produzido em diversas cores para diferenciar o tipo de material a ser depositado.
Escrito por Ariane às 18h28
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FONTE: www.lexxa.com.br/ jhs/sld011.htm
Escrito por Ariane às 07h35
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As operações de coleta seletiva mais utilizadas são:
Coleta porta-a-porta: neste caso, os materiais selecionados para reutilização, reaproveitamento ou reciclagem são coletados diretamente nos domicílios pelo poder público, por sucateiros ou empresas responsáveis. Requer uma infra-estrutura com equipamentos e veículos coletores apropriados.
Postos (ou locais) de entrega voluntária (PEV): o cidadão dirige-se aos locais definidos e equipados com recipientes para receber o lixo reciclável.
Reduzir (minimizar): consiste em diminuir a quantidade de lixo produzido, combatendo o supérfluo, o desperdício, o consumismo e custos. É separar qualquer tipo de embalagens como potinhos de iogurte, caixinhas leite longa vida, garrafas de refrigerante, embalagens de shampoo, embalagens de chicletes, balas, chocolates, entre outros.
Reutilizar: consiste na introdução de um material recuperado num outro ciclo de produção diferente daquele de onde provém;reutilize as embalagens de supermercado, garrafas de pet, separe sacolas, sacos de papel, papel para embrulho e tudo que for possível use a criatividade. Utilize o verso dos papéis para rascunho ou para imprimir minutas, doe ou promova feiras de troca (roupas, brinquedos, móveis, aparelhos domésticos). Reutilize sacos de plástico de supermercados para novas compras ou para colocar o lixo, guarde caixas de papelão ou plástico para empacotar objetos ou guardá-los, reutilize garrafas de vazias e container de plástico desde que não tenha sido usado para armazenar produtos químicos;
Reempregar: consiste em dar um novo emprego, no estado em que se encontra, a um produto ou material recuperado para um uso análogo a seu primeiro emprego;
As técnicas de minimização: tem como objetivo reduzir o volume de resíduos, facilitando desse modo seu manuseio e barateando os procedimentos de tratamento e de disposição final, notadamente quando se trata de resíduos perigosos. A minimização começa com um entendimento e posterior ajuste do processo, que pode envolver atividades de caráter organizacional e técnico.
A primeira estratégia de minimização é a redução na fonte, que se consegue através de modificações dentro do processo por alterações de matérias-primas, de tecnologia e por mudanças de procedimento ou de práticas operacionais. A segunda estratégia é a reciclagem propriamente dita.
Não fique parado! Faça sua parte. Comece a separar seu lixo e contribua para o futuro do meio ambiente.
Escrito por Ariane às 09h40
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| Amanda Valeri Pires
Ariane Moretti |
| Estudantes de Jornalismo da Universidade
Metodista de São Paulo |
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